Abordagem para o ensino da matemática de forma participativa, colaborativa e lúdica para estimular o aprendizado, auto-estima e gosto pela matemática. Projeto apoiado pelo Instituto TIM.
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terça-feira, 12 de novembro de 2013

Experiência

Boa tarde, pessoal!

Hoje vim falar um pouco da experiencia que tive com uma atividade de dinâmica um pouco diferente.
Sabem a atividade do relógio?

A Ludmylla conversou comigo e com a Angels sobre a possibilidade de um relógio um pouco mais inserido no mundo real e como gostei bastante da ideia, pensei em aplicar com as minhas turmas.

A ideia de passar pelos números de um em um, de dois em dois, de três em três, mostrando as possibilidades de passar por todos os números ou mostrando as possibilidades de passar por um número "x" são super interessantes, mas para tornar algo abstrato em algo um pouco mais próximo à realidade, foi proposto o seguinte:

1) A existência de um personagem que percorrerá os pontos turísticos. Cada ponto turístico estará presente em uma determinada hora do relógio, ou seja, terão 12 pontos turísticos.

2) Diante disso, as possibilidades se iniciarão de 1 em 1, 2 em 2, 3 em 3, até de 12 em 12.

Pois bem, as crianças desenharam um chinês, nome dele era XingLing e os pontos turísticos foram sugeridos por elas mesmas, foi muito divertido. (foto)

As crianças gostaram bastante da ideia e para cada ponto turístico, trabalhei um pouco de Geografia e percebi que algumas crianças sabiam a cidade, capital ou país, mas não sabiam o quão distante era do Brasil.

Recebi um feedback muito bom tanto das crianças, quanto dos professores por se tratar de uma dinâmica que trabalha além da matemática com muita imaginação e um pouco de Geografia.

Mais a frente tratarei sobre os primos.

Obrigado,

Victor Tanaka.








terça-feira, 22 de outubro de 2013

Experiência

Bom dia, educadores!
Gostaria de compartilhar o momento que mais me marcou:

Bom, o momento que mais me marcou foi em uma turma com alunos de 6 a 7 anos de idade que possuía um integrante com síndrome de down e parcialmente surdo.
João, referido, é um aluno muito inteligente, divertido e feliz que precisava de ajuda para escutar e ser escutado. Como ele só ouvia de um lado, a fala foi prejudicada e para lhe entender, é preciso fazer um pouco de esforço, mas nada que fosse muito complicado. O que me surpreendeu diante disso, foi o modo como a professora que o acompanha nas aulas se porta diante as ações do João. Como ele sabe que possui certas limitações, quando é passado alguma atividade à turma, antes mesmo de terminar a pergunta, ele já começa a responder para tentar, de certa forma, mostrar que esta a frente dos demais e isso, muitas vezes, o faz errar. Nada que seja ruim errar ou fazer rápido, tudo tem seu tempo e um dia ele aprenderá. Mas a professora o trata muito mal, gritando desnecessariamente, com palavras agressivas, o irritando e o deixando constrangido (focando no erro). Nesse mesmo momento, os alunos da turma, entendem melhor que a professora como ajudá-lo. Eles são mais atenciosos e calmos. Entendem que ele possui dificuldades e que existe uma grande diferença entre falar um pouco mais alto e gritar, compreendendo-o melhor que a professora acompanhante.

Além disso, lembrei e expus a todos que na primeira aula que tive com ele, fizemos o questionário em 30 minutos e quando fui mostrar o labirinto impresso para cada um, João tentou fazer da maneira dele e a professora que o acompanha frizava o do erro, que não deveria ser assim e o insunuava de que não conseguiria se agisse dessa forma (sendo rápido). De certa forma, percebi que conseguiria lidar com esse aluno sem o auxilio da professora, entao, na aula seguinte, a professora não estava presente e de certa forma, conseguimos melhorar a aula. Tudo no seu tempo, nós, educadores, conseguiremos atingir nossos objetivos.

É isso aí, até mais, pessoal!